Brasileira campeã sul-americana começou no pole dance há seis meses
Parabéns a Rafaela Montanaro que conquistou o campeonato sul-americano Argentina, e ainda consegue divulgar cada vez mais o pole dance como uma atividade física normal desmistificando os mitos e preconceitos. Confira aqui uma entrevista exclusiva e leia abaixo a reprodução da matéria do G1.
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Brasileira campeã sul-americana começou no pole dance há seis meses
Há seis meses, a paulistana Rafaela Montanaro, de 24 anos, encontrou na Internet um vídeo sobre pole dance e se interessou. Nesta terça-feira (20), ela foi coroada a campeã sul-americana da dança.
“Todo mundo estava confiante, mas eu estava muito desacreditada porque treino há pouco tempo e tinha meninas muito boas ali”, contou Rafaela ao G1.
Com a vitória, ela vai representar a América do Sul no Mundial da categoria, em Londres, em maio de 2010. “Fiquei muito feliz de ter vencido, o nível das outras competidoras era muito alto”, comemora a jovem.
Rafaela afirma que descobriu a dança por ser “muito curiosa”. “Eu estou sempre fuçando na internet, vendo vídeos. Quando vi o pole dance, me inscrevi em aulas na hora”, conta .
O namorado apoiou a iniciativa. “Ele adora, ainda bem. Foi ele até que instalou a minha primeira barra para treinar”, diz ela. A mãe estranhou. “Ela reclamou, mas agora já acostumou e apoia muito”, conta a campeã.
Apesar do pouco tempo de prática, a brasileira contou com seu bom condicionamento físico. Professora de educação física, ela divide os treinamentos com nada menos do que cinco empregos. “Dou aula de expressão corporal em um colégio aqui perto, aulas de balé em outro, trabalho em uma academia, em uma escola de circo e dou aulas particulares”, afirma.
Tanta correria deixa pouco tempo para treinar. “Desde que soube que ia para o sul-americano, passei a treinar sempre que possível. Mas geralmente é coisa de três vezes por semana”, conta ela.
Para Rafaela, o mais difícil não é se equilibrar na barra, mas enfrentar o preconceito. “Ainda tem muita gente que acha que pole dance é coisa de stripper, que olha feio. Espero que essa vitória ajude as pessoas a entenderem que é uma prática saudável e que não tem nada a ver esse preconceito”.


































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